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Maria e o Silêncio

Há muitos silêncios, mas nenhum como os nossos - Poesia

Maria e o Silêncio

Há muitos silêncios, mas nenhum como os nossos - Poesia

Doce luz da Lua

17.04.21 | Silêncios | comentar
      Oh, doce luz da lua! Que boa sorte a tua... A face do meu amor, beijares. A sua alma iluminares. Enquanto eu... Noite sem estrelas. Fico apeada a sonhar. Com lindos corcéis alados. Que me aportem acelerados Aonde quero chegar. Oh, (...)

Do fundo, além

16.04.21 | Silêncios | comentar
      Talvez eu... esteja a voltar a mim. Vinda do fundo. De um fundo além, fundo. Como um corpo que emerge lentamente e carece descompressão. Tempo de adaptação...a uma nova atmosfera. A outra realidade, na mesma esfera terrestre. No (...)

Amar-te assim, é ruim.

15.04.21 | Silêncios | comentar
      E amar-te assim... Inconsequentemente. Faz de mim um alfinete, num palheiro qualquer perdido. Gancho que terá caído... Numa concorrida avenida, de uma metrópole estrangeira. Onde a visita primeira... não tornará a ocorrer. Por (...)

Esta toleima de amar-te

15.04.21 | Silêncios | comentar
      Cuidarás que te não amo... Toleima tua acredita! Este amor é grave lenho Que será a minha desdita.   Olhasses p'ra mim com o favor De oferecer-me o teu amor. Mesmo em bacia de barro, ele ser-me-ia tão caro... Como de ouro se tratasse. (...)

Aquela que aparento...

14.04.21 | Silêncios | comentar
      Ir-se-à este corpo um dia. Mas ficam-me para trás os abraços. Os beijos. E todos os meus traços... Em cada palavra escrita.   Morrerá também a lembrança. Mas numa página escondida. Num escaparate esquecida. A minha palavra, (...)

Arrebata-me!

14.04.21 | Silêncios | comentar
        Leva-me.  Não importa onde. Nem me digas quando. Leva-me além realidade, da dureza do mundo. Leva-me. Vendada! Se preciso for. Porque acreditarei, que me levas... Para um lugar, bem melhor!   Leva-me. Sem me dizeres nada. A (...)

Morrer pela morte, ou da cura

13.04.21 | Silêncios | comentar
      A morte é certa. Sempre à espreita. Fria e paciente. Escolhendo a dedo, quem leva. Numa eterna roleta russa, observa e fussa... Sabe-se lá quando nos toma. Sem licença, vem e rapta-nos! Sem nunca ser presa. Tampouco julgada. A (...)

Afastados

13.04.21 | Silêncios | comentários (1)
      Beija-me! Com os olhos postos nos meus. O fervor de quem implora saúde, aos céus. Afastados... estica para a minha, a tua mão. Alcança-a! Ignora esta mordaça que nos impõe o mundo Que nos rouba os afectos e distorce a feição. Beij (...)